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Prefeito Ricardo Radomski faz avaliação do ano de 2017

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O prefeito de Mamborê, Ricardo Radomski (PSD), que iniciou o terceiro mandato como gestor do município em 2017, avaliou que apesar das várias dificuldades no início da gestão, conseguiu dar a volta por cima, oferecendo um bom atendimento à população com os serviços públicos. Ele disse que 2017 foi um “ano de adaptação e organização da casa” para a administração. “Sobrou muita coisa para este ano. Teremos um desafio muito grande em 2018 que é realizar obras no município melhorando a vida da nossa população”, ressaltou ele.

 

O prefeito afirmou que a principal dificuldade para o início do mandato foi receber um orçamento planejado pelo seu antecessor. “Já viemos de um orçamento de outro mandato, muitos projetos precisaram de termos aditivos e também muitas secretaria tiveram de passar por remanejamento de recursos, o que ‘judiou’ muito da administração”, afirmou.

 

Apesar de prever um 2018 melhor para o município, em termos de recursos, Radomski disse que o ano politico e Copa do Mundo podem atrapalhar os prefeitos com as contas municipais se não houver um planejamento desde já. “Acredito que as coisas vão andar com recursos até abril, mas depois vai parar. Acho que teremos dificuldades no final do ano de fechar as contas se não fizermos ajustes no orçamento”, alertou. Leia abaixo a entrevista completa.

 

Qual o balanço que o senhor faz deste primeiro ano de gestão?

2017 foi um ano de adaptação e organização da casa. Fácil não foi porque o Brasil está mergulhado em uma crise econômica e corrupção política sem precedentes. Tivemos recursos escassos e muitas despesas de um modo geral. Mas com todos estes problemas confesso que graças a Deus nossa administração se saiu bem graças à ajuda do Estado, através do Governador Beto Richa e o nosso deputado, Marcio Nunes. Conseguimos vários projetos, canalizando recursos para custeio na área da saúde, educação, entre outras.

 

Cite algumas das ações feitas pela administração.

Realizamos obras em todos os setores. Na área rural recuperamos grande parte das estradas rurais cascalhando as vias aos produtores rurais; no setor de planejamento fizemos a elaboração de muitos projetos, entre eles de dois conjuntos habitacionais aprovados com 50 e 65 unidades; de recape asfáltico; projeto para reforma geral da rodoviária, que só está aguardando licitação pelo Sedu (Secretaria de Estado do Desenvolvimento Urbano do Paraná); recapeamos o asfalto de acesso da cidade de 3 quilômetros, que estava destruído. O mais importante é que estamos mantendo a cidade, fazendo a manutenção da pavimentação, limpeza pública, investindo também no Esporte com a organização de vários eventos.

 

Qual a principal dificuldade para colocar o plano de governo em prática?

Já viemos de um orçamento de outro mandato, muitos projetos precisaram de termos aditivos e também muitas secretaria tiveram de passar por remanejamento de recursos, o que ‘judiou’ muito da administração. A Câmara trabalhou muito e teve um papel fundamental, já que precisamos da autorização do Legislativo para estes remanejamentos e aditivos.

 

Quando o senhor assumiu a prefeitura, encontrou algumas obras paralisadas. Quais eram e como está a situação hoje?

Assumimos o município com 5 obras paralisadas: feira do produtor, escola Barzoto, creche municipal, centro cultural e uma quadra do Guarani. Até agora só conseguimos retomar a obra da feira do produtor. As outras estamos licitando novamente porque houve problemas com empreiteiras e falta de repasses do governo federal. Isso tudo trouxe um prejuízo muito grande ao município, acredito que para terminar estas obras vamos precisar de mais de R$ 2 milhões, dinheiro que poderíamos investir em outras prioridades.

 

O senhor já foi prefeito do município em outras duas ocasiões. A experiência conta?

Sim, ajuda bastante. É muito importante, porque cuidar da coisa pública não é fácil. Você com uma bagagem já sabe como funciona a coisa pública e conhece bem os problemas e prioridades da cidade. Na região somente eu e o Tauillo (prefeito de Campo Mourão) somos os únicos com três mandatos.

 

Qual a marca que o prefeito Ricardo Radomski deixou para a cidade neste primeiro ano do mandato?

Muito trabalho. Deixamos nossa cidade com outra ‘cara’, uma cidade mais limpa, mais bonita e mais aconchegante. Hoje o nosso agricultor pode dizer que está com as estradas boas. No Guarani, quando chovia, os produtores não podiam escoar a produção, estudantes tinham dificuldades de vir para Mamborê ou ir para faculdade, mas hoje a realidade é outra, pode trafegar normalmente em dias de chuva. A mesma atenção buscamos dar para todas as outras áreas.

 

O senhor conseguiu fazer tudo o que estava planejado para 2017?

Não. Sobrou muita coisa para este ano. Teremos um desafio muito grande em 2018 que é realizar obras no município melhorando a vida da nossa população.

 

Qual era a situação da prefeitura quando o senhor assumiu o município e como está hoje?

Eu assumi a prefeitura de Mamborê com todas essas obras paralisadas e um prejuízo enorme, as nossas estradas destruídas, nossa cidade esburacada e tomada pelo mato, sem ônibus e sem ambulâncias. Mas hoje graças a Deus conseguimos organizar a casa. Estamos com estas obras paralisadas, mas estamos licitando porque economizamos e deixamos recursos em caixa. Demos a volta por cima mesmo com uma receita caindo.

 

Qual a perspectiva para 2018?

Acredito que será um ano melhor de recursos. Mas tenho um pouco de receio devido a ser um ano político e de Copa do Mundo. Acredito que as coisas vão andar com recursos até abril, mas depois vai parar. Acho que teremos dificuldades no final do ano de fechar as contas se não fizermos ajustes desde já no orçamento.

 

Em 2018 qual será a prioridade da administração para Mamborê?

A nossa prioridade será a construção destes dois novos conjuntos habitacionais para a população, a retomada de obras paralisadas, o atendimento da área social que é tão carente, e manter a organização da nossa cidade como um todo, cuidado da conservação das ruas, limpeza dos espaços públicos, investindo na educação e saúde.

 

Houve união entre o Legislativo e Executivo nos assuntos de interesse da cidade em 2017? O que espera para 2018?

Houve. O Legislativo se entendeu muito bem com o Executivo. Todos os vereadores fizeram um bom trabalho e está todo mundo de parabéns.

 

O que a população de Mamborê pode esperar da administração para 2018?

Quero dizer aos moradores para que acreditem na gente, que amamos Mamborê. Temos um projeto muito sério para nosso município, e vamos devolver a confiança que a população nos depositou em 2016 com obras e muito trabalho, deixando a cidade com mais oportunidade.

 

FONTE: Walter Pereira / Jornal Tribuna do Interior

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